O Telegram está disponível para iOS (6 e superiores), Android (4.0 e superiores), Windows Phone e também para versões web e aplicativos de desktop para Windows, OSX e Linux.

O Telegram acaba de lançar a função de pagamentos para bots. A novidade vai permitir que desenvolvedores de bots façam vendas dentro do aplicativo de mensagens. Isso significa que, em breve, as empresas/marcas poderão receber pagamentos de seus usuários ao redor do mundo, de maneira simples e prática.

Usuários que tiverem instalado o Telegram 4.0 ou versões superiores poderão solicitar produtos e serviços aos bots que os oferecem. Esses bots agora disponibilizam uma tecla de “Pagamento” em seus chats. Ao apertar a tecla “Pagamento”, serão solicitadas algumas informações de cartão, endereço de entrega e confirmação de pagamento. E, por fim, os usuários recebem o produto ou serviço solicitados.

Se a conta for protegida com a verificação em duas etapas, os usuários podem salvar os dados do cartão para futuras compras. Feito isso, para pedir itens por bots serão necessários apenas dois toques. Pagamentos realizados por bots também podem ser feitos via Apple Pay e Android Pay.

O Telegram adianta que nenhum dos dados passarão por seus sistemas. Os pagamentos serão processados pela operadora, enquanto os dados do usuário vão direto para as empresas responsáveis pelo robô, com as conversas usando o mesmo sistema de criptografia dos chats comuns. Nenhum dado será armazenado e a plataforma nem mesmo cobrará comissão para uso do bot. Para experimentar o que está por vir, usuários podem testar uma demonstração com o @ShopBot.

Como o Telegram é uma plataforma aberta, os desenvolvedores de bots podem já implementar os APIs necessários e aceitar pagamentos de seus usuários sem esperar por longos períodos de aprovação. Mais informações para desenvolvedores estão disponíveis, em inglês, aqui.

O Telegram está disponível para iOS (6 e superiores), Android (4.0 e superiores), Windows Phone e também para versões web e aplicativos de desktop para Windows, OSX e Linux.