Negócios

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Cada vez que participo de algum evento de Marketing Digital fico impressionada com o aumento do número de empreendedoras. E essas profissionais que estão vindo por aí não vêm para brincadeira. Elas estão empreendendo com vontade e muita garra, acreditando no que fazem. É muito bonito e inspirador perceber que elas são movidas pela vontade de mudar o mundo, de dar a sua contribuição para uma sociedade melhor e mais justa. Por que estou escrevendo sobre esse tema agora? Bem, para quem não sabe, hoje é o Dia Global do Empreendedorismo Feminino, comemorado em 153 países, incluindo o Brasil. Aproveitando a data, conversei com seis empreendedoras digitais brasileiras que acompanho de perto (e me inspiro) pelas mídias sociais sobre empreendedorismo, as dificuldades das mulheres para começar a empreender no Brasil e ainda pedi para que elas contassem um pouco das suas histórias e de como o empreendedorismo mudou as suas vidas.

Cada vez que participo de algum evento de Marketing Digital fico impressionada com o aumento do número de empreendedoras. E essas profissionais que estão vindo por aí não vêm para brincadeira não. Elas estão empreendendo com vontade e muita garra, acreditando naquilo que fazem. Por que estou escrevendo sobre esse tema agora? Bem, para quem não sabe, o dia 19 de novembro é o Dia Global do Empreendedorismo Feminino, comemorado em 153 países, incluindo o Brasil. A data foi criada pela ONU, em 2014, para chamar atenção para a mulher empreendedora e o impacto econômico que ela produz na economia global. Aproveitando a proximidade da data, conversei com seis empreendedoras digitais brasileiras que acompanho de perto (e me inspiro) pelas mídias sociais sobre empreendedorismo, as dificuldades das mulheres para começar a empreender no Brasil e ainda pedi para que elas contassem um pouco das suas histórias e de como o empreendedorismo mudou as suas vidas.

Cada vez que participo de algum evento de Marketing Digital fico impressionada com o aumento do número de empreendedoras. E essas profissionais que estão vindo por aí não vêm para brincadeira não. Elas estão empreendendo com vontade e muita garra, acreditando naquilo que fazem. Por que estou escrevendo sobre esse tema agora? Bem, para quem não sabe, o dia 19 de novembro é o Dia Global do Empreendedorismo Feminino, comemorado em 153 países, incluindo o Brasil. A data foi criada pela ONU, em 2014, para chamar atenção para a mulher empreendedora e o impacto econômico que ela produz na economia global. Aproveitando a proximidade da data, conversei com seis empreendedoras digitais brasileiras que acompanho de perto (e me inspiro) pelas mídias sociais sobre empreendedorismo, as dificuldades das mulheres para começar a empreender no Brasil e ainda pedi para que elas contassem um pouco das suas histórias e de como o empreendedorismo mudou as suas vidas.

Dando continuidade a minha série de artigos sobre "Como ter sucesso como freelancer em Marketing Digital", conversei desta vez com um dos caras mais legais que conheço dentro do mercado de marketing de conteúdo do país, Paulo Macedo. Ele e eu conversamos sobre a "ralação" que é ser freela no país, quais as melhores plataformas para conseguir os primeiros trabalhos e ainda dicas de como ter sucesso como freelancer. Você está convidado para esse bate-papo. Vem comigo?

Apenas 25% das empresas se consideram possuidoras de maturidade digital. Esse é o resultado do relatório global Achieving Digital Maturity, desenvolvido pelo MIT Sloan Management Review e Deloitte, divulgado este mês. A pesquisa durou seis anos e entrevistou 3.500 executivos, managers e analistas em 117 países e 29 indústrias, de organizações de vários tamanhos. Mais de dois terços dos entrevistados eram de fora dos Estados Unidos

Prestar serviços como freelancer é uma excelente alternativa para quem não está empregado no momento ou para quem deseja começar a trabalhar home office para mudar seu estilo de vida. Um dos pontos positivos de ser freelancer é a oportunidade de ter uma agenda com horários mais flexíveis. Isso vai ajudar muito para quem tem (assim como eu) filho pequeno e quer passar mais tempo com ele, e também deseja conseguir mais tempo para a vida pessoal. Ou ainda para quem pretende fazer um mestrado ou doutorado e precisa se organizar para conciliar a vida acadêmica com a profissional. Outro ponto positivo é a possibilidade de fazer contatos com várias empresas e diversos profissionais. Afinal, um colega ou amigo pode indicar seu nome para um freela amanhã. E quanto mais trabalhos e clientes você conseguir, melhor. Principalmente aqueles que podem render boas recomendações em seu perfil no LinkedIn ou na tradicional propaganda boca a boca. Outra grande vantagem em trabalhar como freelancer, principalmente para quem está começando na carreira, é conseguir experiência mais rapidamente e poder rechear o currículo com diversas experiências dentro da sua área de atuação.

As pessoas estão constantemente conectadas e com isso, sua empresa/negócio precisa saber como criar uma conexão com o consumidor via web e resolver os problemas dele. Os tempos são outros e o cliente agora está no comando dizendo o que quer e como quer. Confira a matéria e saiba mais.

A profissão de jornalista vem passando por profundas transformações. Com a evolução tecnológica constante, redes sociais e novas ferramentas lançadas diariamente e, sobretudo, a possibilidade de qualquer pessoa se tornar um produtor de conteúdo, o jornalismo precisa se reinventar. As redações de veículos de comunicação, principalmente os impressos, reduziram drasticamente suas equipes e investem pesado nos produtos online, exigindo uma atuação multiplataforma. Confira a entrevista com a jornalista Patricia Schmidt, de Curitiba, que tem 20 anos de experiência e trabalhou em redação TV e em comunicação interna de empresas do setor moveleiro e de prestação de serviços, mas tomou a decisão de investir na sua paixão por animais.

Com o objetivo de inspirar, emocionar e tocar os corações das pessoas foi que Laíze Damasceno escreveu o livro Marketing de Gentileza, lançado pela editora Brasport em 2015. No livro, a empreendedora toca em um ponto fundamental dentro do marketing, muitas vezes esquecido por muitos gestores: as relações humanas. “O marketing não é apenas sobre marcas, produtos, serviços ou eventos. Também é sobre as relações humanas", destaca a consultora de comunicação e marketing digital com foco em conteúdo e relacionamento com o cliente.

Nas próximas semanas vou publicar entrevistas realizadas com profissionais de sucesso que trabalham como freelancers para saber as suas dicas de como fazer sucesso neste sistema de trabalho cheio de altos e baixos.